Alimentação escolar rende prêmio nacional para Feliz

Um projeto que destina alimentos saudáveis para a merenda escolar, além de colaborar com o desenvolvimento da agricultura familiar, rendeu mais um prêmio para Feliz. O município está entre os melhores do país em um concurso sobre alimentação escolar promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Com mais de 578 municípios inscritos, Feliz ficou entre o 3º e o 4º lugar, dentre os 25 trabalhos selecionados. A ação teve como objetivo valorizar as boas práticas de agricultura familiar para a alimentação escolar e difundi-las por todo o país.

A Nutricionista responsável pelo Programa de Distribuição, Logística e Armazenamento – Uma ação que deu certo, Núbia Hilgert, que faz a gestão da alimentação em todas as escolas do município, esteve em Brasília para receber o prêmio, juntamente com o Prefeito Albano Kunrath e a Secretária de Educação e Cultura, Marcia Fetzer.

O Prefeito Albano Kunrath destacou o quanto se sente orgulhoso pelo prêmio. “É um exemplo de como os nossos recursos públicos são aplicados com responsabilidade. A Lei do FNDE prevê que 30% desses recursos sejam aplicados na agricultura familiar e nós já estamos passando de 70%”, revela.

Márcia também se orgulha muito da conquista. “Estamos muito felizes com essa premiação. Destes 600 municípios participantes, 25 foram premiados em Brasília. E destes 25, 11 eram do Rio Grande do Sul. E isso também chamou muito minha atenção”, destaca.

Todos os 25 relatos escolhidos fazem parte de um caderno especial que foi editado pelo FNDE, juntamente com a cerimônia de premiação. Além disso, foi concedido o direito ao uso do selo de premiação nos materiais de divulgação impressa e eletrônica aos vencedores.

Sem açúcar e óleo

O prêmio é resultado de um trabalho que vem sendo desenvolvido nos últimos anos em Feliz, o que envolve as capacitações realizadas com os profissionais da educação. “Se nós formos olhar os números, foi bem drástica a redução de produtos industrializados. Açúcar, óleo e sal, a redução foi grande.

Para colocar no lugar desses produtos mais frutas e verduras, é preciso uma educação nutricional. Os professores precisam compreender isso. É necessário ter uma adesão”, afirma Núbia.

“No começo parecia que era impossível fazer um bolo sem açúcar e azeite e agora é feito. É um trabalho de formiguinha que envolve muitas pessoas. É preciso conscientização. Nós investimos muito na formação e faz a diferença sim”, enfatiza Marcia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

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